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Demonstração universal de carinho e afago nos momentos de tristeza, o abraço está presente em todas as culturas. Diversos estudos apontam que o contato físico ativa diversas partes do cérebro, que reflete nas questões emocionais e fisiológicas. Na última quarta-feira (22) foi comemorado o Dia Nacional do Abraço. A data surgiu em 2004 por iniciativa do australiano Juan Mann, idealizador do movimento “Free Hugs Campaign” - ação que distribui abraços pelas ruas.
Uma pesquisa, publicada em 2017, pela revista Scientific Reports apontou que o abraço produz tanto efeitos positivos, quanto negativos. De acordo com a publicação, o contato físico é encarado de maneira distinta entre as diversas culturas existentes e, nem sempre, causa emoções positivas
No entanto, a carga positiva que vem junto com uma abraço é apontada por várias pesquisas e especialistas. Já na primeira infância, os benefícios do abraço vão desde o desenvolvimento afetivo até a construção de uma relação de segurança e proteção. Além disso, o contato físico ativa a região do cérebro - córtex orbitofrontal - que é responsável pela cognição e formação de comportamentos emocionais e sociais. Nos adultos, o abraço protege contra os efeitos do estresse e doenças, como ansiedade e depressão. Além disso, o afago diminui os riscos de infecções e cria uma relação de confiança e apoio não somente nos momentos difíceis.
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