Muitas pessoas acreditam que a história é marcada apenas pela atuação de estudiosos e personalidades heterossexuais. No entanto, grandes descobertas e feitos foram construídos a partir do trabalho de intelectuais LGBTs.
Nesta sexta-feira (26), Dia Internacional do Orgulho Gay, conheça cinco grandes nomes LGBTs responsáveis por feitos na política, ciência, artes e na história.
Sally Ride
Primeira mulher que chegou ao espaço, Sally Ride revolucionou o mundo em 18 de junho de 1983. Astronauta da conhecida nave espacial ‘Challenger’, Sally era lésbica e uma das maiores incentivadoras da promoção do conhecimento da ciência para crianças. Por 27 anos, ela foi parceira de Tam O'Shaughnessy, que também era sua sócia na ‘Sally Ride Science’, uma organização sem fins lucrativos.
Sócrates
Considerado um dos principais filósofos ocidentais, Sócrates viveu na Grécia Antiga e era assumidamente homossexual. Entre seus estudos, defendia a investigação e o diálogo para se chegar à verdade, método que deu origem à famosa ‘DR’ que assombra casais.
Leonardo da Vinci
Um verdadeiro prodígio humano, da Vinci era cientista, engenheiro, anatomista, botânico, inventor e pintor. Em seus registros históricos e em escritos pessoais, biógrafos de Da Vinci deduzem que o gênio teria sido homossexual. Ele passou, inclusive, por um tribunal após ser acusado de sodomia com um homem prostituto. A acusação não foi adiante, mas os boatos a respeito da sexualidade de Da Vinci permanecem até hoje.
Alexandre, o Grande
O guerreiro macedônio foi fortemente respeitado pelo seu povo. Alguns historiadores afirmam que Alexandre se casou quatro vezes com mulheres, no entanto, outros historiadores, como Diodoro Sículo, afirmam que o guerreiro teria tido pelo menos um amante homem, Heféstion. Estudiosos revelam ainda que quando Heféstion morreu, Alexandre teria ficado sem comer e beber por vários dias em sinal de luto.
Florence Nightingale
Ícone e símbolo de orgulho e luta na enfermagem, Florence tornou-se uma das enfermeiras mais famosas da história. Ela viveu por 90 anos e marcou o sistema médico, principalmente em situações de guerra, quando atendia pessoas enfermas. Antes, durante os conflitos, os feridos não recebiam o socorro adequado. A enfermeira era lésbica e teve longos e apaixonados relacionamentos com mulheres, fato que não escondia de ninguém.
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